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Leitura crítica de marcas, espaços e cultura material. Acesso livre, sem cadastro.


Qual tipo de consumidor você é: conheça os quatro perfis de consumo traçados pela WGSN
A maior empresa de previsão de tendências do mundo publicou sua projeção de consumo para 2028 e organizou o comprador do futuro em quatro perfis. Um deles cresce mais rápido que os outros e já mudou o jeito como seis setores estão atuando estrategicamente.


O Conde de Oxford Street e sua Selfridges
Harry Gordon Selfridge inventou o desejo como espetáculo e criou a loja de departamento moderna. A história de um dos personagens mais curiosos do varejo e do lugar que ele ensinou Londres a frequentar.


Coerência como evidência: a virada estrutural do mercado de luxo contemporâneo
O consumo de luxo deslocou-se do registro do signo social para o registro da extensão identitária. Mas a maior parte do mercado ainda não traduziu essa virada para o terreno onde ela acontece em escala corporal: o espaço físico de marca. Leitura crítica sobre dois sistemas concorrentes que dividem o luxo contemporâneo, com casos de Bottega Veneta, Loewe, Brunello Cucinelli, The Row, Louis Vuitton e Hermès.


Lacoste: por que a marca abriu um café em Paris
O Café Lacoste, inaugurado em Paris em 2026, mostra como marcas de moda começam a ocupar o território da hospitalidade. O projeto ajuda a entender por que cafés e restaurantes estão se tornando parte da estratégia de presença cultural dessas marcas.


Gentle Monster: a marca que transforma suas lojas em experiências culturais
A marca sul-coreana Gentle Monster se tornou referência global ao transformar lojas em experiências cenográficas. Com instalações artísticas, arquitetura imersiva e narrativa visual, suas flagships e pop-ups funcionam como plataformas culturais de marca. O caso ajuda a entender por que algumas empresas passaram a tratar o varejo físico como espaço de visibilidade, experiência e construção simbólica.


Listening bars: bares onde a música é o centro da experiência
Em meio ao streaming e ao consumo individual de música, os listening bars voltam a ganhar espaço em diferentes cidades. Inspirados em cafés japoneses dedicados à audição de discos, esses bares colocam a música no centro da experiência. Curadoria musical, sistemas de som de alta qualidade e projetos de espaço pensados para ouvir transformam a escuta em um encontro cultural.
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